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Encenação da Sexta Feira da Paixão de Cristo - Teatro Amador Brazopolense

As encenações tiveram início no interior da Igreja Matriz, ainda nos moldes da encenação antiga, mas já com o arrojo que lhe é peculiar.

Apenas a Sexta-feira Santa era então encenada, sendo acrescentados gradualmente o Domingo de Ramos, o Sábado da Aleluia e o Domingo da Ressurreição. À frente daquele elenco, revelou-se então o ator José Renato Noronha, no papel do primeiro Cristo desta série de ‘Paixões’ Pelos anos seguintes o elenco foi naturalmente transformando-se, ficando o árduo papel do “Cristo”, por um ano ou mais, sob a responsabilidade dos atores: Antonio Claret, José Luiz Júnior, Édison Manfredini e, nesta última versão, Robson Aparecido da Silva. Uma grande montagem a cada ano é feita, concorrendo para isso o valioso trabalho de grande número de pessoas entre atores, atrizes, costureiras, maquiadores, carpinteiros, músicos e cantores, técnicos em iluminação e filmagem, para compor o enorme palco. Encimando a tudo isto, a direção geral de Fátima Machado que, incansavelmente, consegue trazer sob seu absoluto controle uma centena de pessoas, oferecendo a milhares outras, um espetáculo grandioso.

É importante salientar que, para o Teatro Amador Brazopolense - TAB, tanto este trabalho como outros autos religiosos levados a público, têm por finalidade precípua o avivamento da fé, oferecendo também grande oportunidade de reflexão sobre problemas atuais, como as drogas e a exclusão social. Quanto ao seu elenco, é iniludível que se compõe, na grande maioria, de pessoas comuns do nosso meio, porém, com a boa vontade e a intuição, servindo-lhes de apoio técnico para subir ao palco e corporificar situações humanas.